Sunday, June 12, 2005

Zeca Baleiro no Comida de Buteco

Sensacional o show apresentado por Zeca Baleiro e banda na Casa do Conde, em Belo Horizonte, na noite mágica do dia 10/06/2005. O show foi aberto pelo memorável Pagode Russo e foi encerrado com Vô Imbolá. No apetitoso sanduíche delimitado por estas belas músicas foram acrescentados Telegrama, Babylon, Filho da Véia, Heavy Metal do Senhor, entre outros saborosos aperitivos. A apresentação foi marcada pela energia e carisma do cantor, que interage o tempo todo com seu público. O resultado foi uma irresistível noite da qual, ao nos lembrar, ficaremos sempre com uma vontade de "quero mais". O que prova que Zeca Baleiro é um dos pratos principais da Música Popular Brasileira.

Quando vier o mês de agosto

Sou estranho ao pensar assim
Sou o universo ao gostar de mim
Depois que eu morrer as flores florirão
Mas antes de partir vou cantar minha canção
E quando vier o mês de agosto
E o vento balançar os teus cabelos
Lembre-se do sopro das narinas do amor
E saiba que para sempre estarei aqui

Me desenrolo em teus novelos
Vou buscar vida em outro alguém
Não há espaço para a insegurança
Há apenas luz, inferno, o mal e o bem
E quando vier o mês de agosto
E o vento balançar os teus cabelos
É porque queremos ser livres
E quem sabe poderemos voar.

Feliz Dia dos Namorados!

- Adivinha o que trouxe para você, meu doce de côco?
- Não sei, meu pudim de leite condensado. Seria uma chave?
- Não. É outra coisa... Chave, só a do meu coração, minha pombinha.
- Não é uma chave??? Que pena, já estava sentindo até o cheirinho da gasolina...
- Ora, meu pãozinho-de-ló, não tenho condições de lhe dar um carro. Nem mesmo eu tenho um. Como poderia dar-te?? Mas não fique chateada, o que eu trouxe representa muito mais que isso.
- E o que é? Me dá logo... (tempo para abrir o presente)... Oh não! O que é isso? Já namoramos há um ano e você só me dá isso? Aliás, estava esperando apenas chegar este dia para lhe dizer, Alfredo, que a partir deste momento, você é meu ex-doce de côco. Não há mais nada entre nós...

Pensamento da pombinha: "Será que ainda dá tempo de ligar para o Pedro? Ele me prometeu um carro se eu namorasse com ele."

Pensamento do ex-doce de côco: "Saí no prejuízo. E agora, o que fazer com o cartão e linda caixa de bombons que eu comprei? Vou agora mesmo na casa da Juliana. O que não posso é passar este dia sozinho."

MORAL DA ESTÓRIA: O amor não está em belos presentes anunciados pela publicidade. O amor não se vende, nem se compra. Ele existe, simplesmente. O prório amor é o presente. Vida longa aos que podem entender o que escrevo!