Feliz Dia dos Namorados!
- Adivinha o que trouxe para você, meu doce de côco?
- Não sei, meu pudim de leite condensado. Seria uma chave?
- Não. É outra coisa... Chave, só a do meu coração, minha pombinha.
- Não é uma chave??? Que pena, já estava sentindo até o cheirinho da gasolina...
- Ora, meu pãozinho-de-ló, não tenho condições de lhe dar um carro. Nem mesmo eu tenho um. Como poderia dar-te?? Mas não fique chateada, o que eu trouxe representa muito mais que isso.
- E o que é? Me dá logo... (tempo para abrir o presente)... Oh não! O que é isso? Já namoramos há um ano e você só me dá isso? Aliás, estava esperando apenas chegar este dia para lhe dizer, Alfredo, que a partir deste momento, você é meu ex-doce de côco. Não há mais nada entre nós...
Pensamento da pombinha: "Será que ainda dá tempo de ligar para o Pedro? Ele me prometeu um carro se eu namorasse com ele."
Pensamento do ex-doce de côco: "Saí no prejuízo. E agora, o que fazer com o cartão e linda caixa de bombons que eu comprei? Vou agora mesmo na casa da Juliana. O que não posso é passar este dia sozinho."
MORAL DA ESTÓRIA: O amor não está em belos presentes anunciados pela publicidade. O amor não se vende, nem se compra. Ele existe, simplesmente. O prório amor é o presente. Vida longa aos que podem entender o que escrevo!
- Não sei, meu pudim de leite condensado. Seria uma chave?
- Não. É outra coisa... Chave, só a do meu coração, minha pombinha.
- Não é uma chave??? Que pena, já estava sentindo até o cheirinho da gasolina...
- Ora, meu pãozinho-de-ló, não tenho condições de lhe dar um carro. Nem mesmo eu tenho um. Como poderia dar-te?? Mas não fique chateada, o que eu trouxe representa muito mais que isso.
- E o que é? Me dá logo... (tempo para abrir o presente)... Oh não! O que é isso? Já namoramos há um ano e você só me dá isso? Aliás, estava esperando apenas chegar este dia para lhe dizer, Alfredo, que a partir deste momento, você é meu ex-doce de côco. Não há mais nada entre nós...
Pensamento da pombinha: "Será que ainda dá tempo de ligar para o Pedro? Ele me prometeu um carro se eu namorasse com ele."
Pensamento do ex-doce de côco: "Saí no prejuízo. E agora, o que fazer com o cartão e linda caixa de bombons que eu comprei? Vou agora mesmo na casa da Juliana. O que não posso é passar este dia sozinho."
MORAL DA ESTÓRIA: O amor não está em belos presentes anunciados pela publicidade. O amor não se vende, nem se compra. Ele existe, simplesmente. O prório amor é o presente. Vida longa aos que podem entender o que escrevo!


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